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Smart Rent aposta em aluguel consignado enquanto modelo avança no congresso

Aluguel consignado entra no radar das empresas como um benefício habitacional corporativo de alto impacto social para atrair e reter talentos CLT e Servidores!

Ter renda comprovada nem sempre é suficiente para conseguir alugar um imóvel. A falta de garantias tradicionais ainda exclui trabalhadores que têm capacidade de pagamento, mas não conseguem atender aos critérios de proprietários, imobiliárias, seguradoras e garantidoras locatícias, podendo impactar na saúde mental e produtividade do trabalhador.

É nesse cenário que a Smart Rent - Aluguel Consignado desenvolve uma proposta de aluguel consignado, conectando moradia, renda, empresas e tecnologia.

O tema ganhou força também no Congresso. A CCJ Comissão de Consellho e Justiça em dezembro 2025 aprovou o PL 462/2011, que permite a consignação em folha para pagamento de aluguéis residenciais e estabelece regras específicas para o modelo e na última quarta feira dia 12, a Câmara dos Deputados aprovou a consignação em folha de pagamento de aluguéis residenciais como uma modalidade de garantia locatícia, agora segue para o Senado Federal e após a sanção ou veto do presidente da República.

A Smart Rent - Aluguel Consignado afirma ter se antecipado a essa discussão e vem estruturando uma solução voltada a reduzir riscos para proprietários e ampliar o acesso à locação para trabalhadores formais.

A startup recebeu o 2º lugar das eliminatórias da Fintech WordCup Brasil 2025 promovido pela CCAB Câmera do Comércio Árabe Brasileira, foi selecionada para programa de mentoria da Founders Club Growth Collenge e de internacionalização Global Impact Bootcamp LATAM 2026 entre as 150 startup mais promissoras da América Latina.

Na matéria, contamos como a empresa está conectando o mercado imobiliário ao universo das fintechs e dos benefícios corporativos.

Smart Rent - Aluguel Consignado: quando o salário pode se tornar uma nova porta de entrada para a moradia.

Para milhões de trabalhadores, ter renda comprovada não é suficiente para conseguir alugar um imóvel. A dificuldade muitas vezes aparece em outra etapa: apresentar uma garantia aceita pelo proprietário ou pela imobiliária. Fiador, caução e seguro-fiança podem excluir consumidores que têm capacidade de pagamento, mas não se enquadram nos modelos tradicionais.

É nesse espaço que a Smart Rent - Aluguel Consignado desenvolve uma proposta baseada no aluguel descontado em holerite, modalidade que busca utilizar a renda proveniente do vínculo empregatício como mecanismo para dar maior previsibilidade ao pagamento da locação.

O movimento acontece em um momento em que o próprio Congresso Nacional discute mudanças nas regras do setor. Em dezembro de 2025, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou o Projeto de Lei 462/2011, na ultima quarta feira dia 12 a Câmara dos deputados aprovou a consignação em folha para pagamento de aluguéis residenciais. O texto aprovado estabelece, entre outras regras, limite de 30% da remuneração líquida para o aluguel e encargos da moradia.

A convergência entre a solução proposta pela startup e o avanço da discussão legislativa coloca o aluguel consignado no radar de uma transformação mais ampla do mercado imobiliário: a aproximação entre moradia, crédito, tecnologia e benefícios corporativos.

A garantia virou um gargalo para parte dos inquilinos

A dificuldade de acesso à locação não está necessariamente relacionada à falta de renda. Em muitos casos, o trabalhador consegue comprovar que possui condições de pagar o aluguel, mas é reprovado nas garantias exigidas pelo mercado.

Essa realidade foi observada por Alexandre Rodrigues, fundador e CEO da Smart Rent - Aluguel Consignado, a partir de décadas de atuação no mercado imobiliário, especialmente na periferia de São Paulo.

Segundo Rodrigues, uma parcela relevante dos clientes atendidos possui renda formal e capacidade financeira, mas acaba classificada como "sem perfil" por não atender às exigências das garantias tradicionais.

A experiência ajudou a formar a tese da startup: criar uma alternativa em que o vínculo empregatício e a renda do trabalhador possam ser utilizados para estruturar o pagamento da locação.

A empresa afirma que o modelo pode reduzir de maneira significativa o risco de inadimplência para proprietários e imobiliárias, ao mesmo tempo em que amplia as possibilidades de acesso para trabalhadores formalmente empregados.

Do mercado imobiliário para o ambiente corporativo

A proposta da Smart Rent - Aluguel Consignado não se limita à relação entre proprietário e inquilino.

A startup busca conectar empresas ao mercado de locação por meio de um convênio habitacional corporativo. A ideia é permitir que empregadores disponibilizem a solução aos colaboradores como benefício habitacional, sem necessariamente assumir o custo do aluguel ou ser um eventual garantidor / fiador, será responsável somente pela operação para otimizar a consignação em folha.

Nesse formato, a moradia passa a fazer parte da discussão de benefícios corporativos e seja reconhecido como benefício essencial, como VT, VR, Convênio Médico etc

Para as empresas, a possibilidade de oferecer uma alternativa de acesso à habitação pode ser incorporada às estratégias de atração e retenção de talentos. Para o trabalhador, o vínculo empregatício pode representar uma nova porta de entrada para o mercado de locação.

O modelo também se aproxima de agendas corporativas relacionadas a ESG e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente no debate sobre acesso à moradia e inclusão econômica.

Uma startup que se antecipou à discussão regulatória

A Smart Rent - Aluguel Consignado começou a estruturar sua proposta antes de o tema ganhar maior visibilidade na agenda legislativa, PL 462/2011 que estava parado há décadas, tramitou pelo CCJ logo após Fintech WordCup Brasil 2025 que foi noticiário nacional.

O conceito desenvolvido pela empresa encontra pontos de convergência com o Projeto de Lei 462/2011, que prevê a possibilidade de desconto em folha para pagamento de aluguéis residenciais.

A proposta foi aprovada pela CCJ da Câmara em dezembro de 2025. O texto inclui a consignação em folha como modalidade de garantia na Lei do Inquilinato e estabelece regras específicas para trabalhadores, servidores, aposentados e pensionistas.

O texto aprovado também prevê limite de 30% da remuneração líquida para aluguel e encargos e estabelece regras para situações como rescisão do contrato de trabalho e retenção indevida dos valores descontados pelo empregador.

Para a Smart Rent - Aluguel Consignado, a movimentação do Congresso reforça a pertinência de um modelo que já vinha sendo desenvolvido pela empresa.

É importante, porém, separar os dois movimentos: a startup não é responsável pela criação ou aprovação do projeto de lei. Sua posição de pioneirismo está relacionada ao desenvolvimento antecipado de uma solução de mercado baseada no conceito de aluguel consignado, enquanto a regulamentação segue seu próprio processo legislativo.

Esse encontro entre inovação privada e mudança regulatória pode ser relevante para o setor. Caso o modelo avance, empresas que já tenham infraestrutura tecnológica e operacional para trabalhar com consignação poderão encontrar um ambiente mais favorável para expansão.

Tecnologia como infraestrutura da locação - Proptech, Fintech e Rhtech.

Para transformar a proposta em operação, a Smart Rent - Aluguel Consignado reúne profissionais com experiência nos mercados imobiliário, financeiro e de tecnologia.

A executiva e mentora Stefania Viana, com passagem por empresas dos segmentos de Proptech, Fintech e Foodtech, integra o projeto.

Na área de tecnologia, como CTO Lucas Chioqueti, CEO da Shock Tecnologia, participa da construção da plataforma. Sua experiência inclui desenvolvimento de soluções para o mercado financeiro, operações de consignado, câmbio digital e automação de esteiras de crédito.

A estratégia é aplicar essa experiência à jornada imobiliária.

A plataforma busca automatizar etapas que tradicionalmente envolvem diferentes agentes e processos, incluindo:

? cadastro do cliente;

? análise;

? documentação;

? assinatura de contratos;

? pagamentos;

? repasses;

? acompanhamento dos contratos.

"O objetivo é criar uma infraestrutura capaz de conectar trabalhadores, empresas, imobiliárias e proprietários em uma mesma operação.

O desafio não é apenas criar uma nova garantia para o aluguel, mas conectar renda, trabalho e moradia de uma forma que reduza o risco para quem oferece o imóvel e amplie o acesso para quem precisa alugar."

Time comercial reforça estratégia de expansão

Para sustentar a expansão da operação, a Smart Rent - Aluguel Consignado também vem estruturando uma frente comercial dedicada à jornada de relacionamento com clientes e parceiros.

Integra o time executivo a CEO da Rota 360 Company e CCO, Sarah Neres, responsável por trazer para a operação uma estrutura comercial baseada em CRM, SDR, Closer e gestão executiva. A proposta é organizar desde a prospecção e qualificação dos contatos até o fechamento e o acompanhamento da relação com empresas e demais participantes do ecossistema.

A estrutura busca padronizar o atendimento e melhorar a experiência de quem chega à plataforma, especialmente em um modelo que depende da conexão entre diferentes públicos ? empresas, trabalhadores, imobiliárias e proprietários.

A frente comercial também ganha importância diante da estratégia de expansão B2B da Smart Rent. A adesão de empresas ao convênio habitacional corporativo é um dos caminhos para ampliar a distribuição do aluguel consignado e transformá-lo em benefício oferecido aos colaboradores.

Marketing digital entra na estratégia de escala

Na comunicação, o projeto passa a contar com André Costa, profissional com atuação como videomaker, que assume a posição de CMO (Chief Marketing Officer).

A missão é estruturar a presença digital e as estratégias de social media da Smart Rent, utilizando produção audiovisual e conteúdo como ferramentas de posicionamento e relacionamento com o mercado.

A combinação entre tecnologia, estrutura comercial e marketing digital sinaliza uma estratégia de construção de escala em três frentes: desenvolver a infraestrutura da plataforma, criar canais comerciais para aquisição de empresas e parceiros e ampliar o reconhecimento da marca no ambiente digital.

Para uma startup que atua na intersecção entre Proptech, Fintech e benefícios corporativos, essa estrutura pode ser determinante para transformar uma proposta de produto em uma operação com capacidade de distribuição.

Ecossistema Imobiliário, fintech e Recursos Humanos começam a se aproximar

O aluguel consignado coloca o setor imobiliário em uma fronteira cada vez mais próxima dos serviços financeiros e com Smart Rent - Aluguel consignado conecta as empresas públicas e privadas

A lógica acompanha um movimento já observado em outras áreas da economia: utilização de dados de renda, vínculos e capacidade de pagamento para reduzir incertezas e automatizar processos.

No mercado de locação, essa transformação pode atacar um dos principais gargalos da jornada. Para o proprietário, a preocupação está na previsibilidade do recebimento. Para o inquilino, o obstáculo muitas vezes está na garantia.

A proposta tenta atuar justamente nessa diferença.

Em vez de analisar apenas quais garantias o trabalhador consegue apresentar, o modelo parte da relação entre renda, emprego e capacidade de pagamento.

O avanço do debate legislativo dá uma dimensão adicional à discussão. O texto aprovado pela CCJ trata o aluguel como modalidade de consignação facultativa e estabelece parâmetros para sua utilização, incluindo limites de comprometimento da renda.

Reconhecimento no ecossistema de inovação

A construção da Smart Rent - Aluguel consignado também vem sendo acompanhada por iniciativas do ecossistema de inovação.

A startup participou das eliminatórias da Fintech WordCup Brasil 2025, promovido pela CCAB Câmara de Comércio Árabe-Brasileita e recebeu certificado de 2º lugar entre centenas de fintech´s já consolidadas no mercado nacional e internacional. A DUT fintech vencedora da competição, recebeu recebeu mentoria de aceleração pelo Banco Central, vai representar o Brasil no Summit Dubai 2026 no Emirados Àrabes Unidos. Smart Rent - Aluguel Consignado, além de integrar a Founders Club Growth Challenge, foi selecionado para Global Impact Bootcamp LATAM 2026, entre as 150 startup mais promissoras da América Latina, para internacionalização em programa com parceria entre Brasil e Reino Unido.

A participação nesses ambientes amplia o contato da empresa com empreendedores, investidores, especialistas e potenciais parceiros e contribui para a validação do modelo de negócio.

Para uma operação que combina mercado imobiliário, serviços financeiros, tecnologia e benefícios corporativos, essa conexão ganha importância porque a escala depende não apenas do desenvolvimento da plataforma, mas também da construção de uma rede de parceiros.

O movimento também reforça a posição da Smart Rent - Aluguel Consignado dentro de uma intersecção entre Proptech e Fintech, dois segmentos que vêm incorporando automação, dados e novos modelos de crédito às operações tradicionais, além da automação e tecnologia com setor de RH - Rhtech.

Branding acompanha a estratégia de expansão

A construção da marca também faz parte da estratégia da empresa.

O ator Jonathan Well atua irá atuar como embaixador da Smart Rent - Aluguel Consignado, em parceria com sua empresária e produtora Tatiane Velasque com uma equipe voltada à produção de conteúdos, roteiros publicitários e relacionamento com empresas.

A escolha reflete uma estratégia de aproximação com o ambiente corporativo, em um modelo no qual a adesão de empregadores pode ser determinante para ampliar a distribuição da solução.

Mais do que uma plataforma imobiliária, a empresa busca construir um ecossistema que reúna empresas, trabalhadores, imobiliárias e proprietários.

Um mercado em transformação

A discussão sobre aluguel consignado acontece em um momento em que o mercado imobiliário procura novas formas de reduzir riscos, acelerar transações e ampliar o acesso à moradia.

A aprovação do PL 462/2011 na CCJ da Câmara mostra que o tema deixou de ser apenas uma hipótese de mercado e passou a integrar uma discussão institucional sobre as regras da locação residencial. O projeto ainda depende da continuidade da tramitação legislativa para se transformar em lei.

Nesse cenário, a Smart Rent - Aluguel Consignado tenta ocupar uma posição construída a partir de uma tese simples: trabalhadores que possuem renda e emprego formal não deveriam necessariamente ficar fora do mercado de locação por não conseguirem apresentar uma garantia tradicional que é burocrática e custosa.

A startup aposta que a combinação entre consignação, tecnologia e benefícios corporativos pode criar uma nova camada de infraestrutura para o aluguel residencial.

O desafio agora é transformar o conceito em escala, mantendo controle de risco, eficiência operacional e adesão dos diferentes participantes do mercado.

Se a regulamentação avançar e o modelo ganhar maior aceitação, a fronteira entre fintech, proptech e benefícios corporativos tende a ficar ainda mais estreita e a moradia pode se tornar parte de uma nova geração de serviços financeiros e soluções de gestão de pessoas.

13 / Ago / 2026
Alexandre Rodrigues da Silva

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